Fazem barulho e estão sempre envolvidos em discussões com o síndico e outros condôminos., os adolescentes quase sempre ficam em pauta quando o assunto é má convivência.
Segundo o estudante e morador Renan Pamboukian, o problema pode ser resolvido conversando com os adolescentes, “para todo mundo ver qual é o problema e ver o que está envolvendo e resolver com o síndico e com nós mesmo, os moradores”.
Já Danielle dos Santos reclama que “se o barulho não fosse excessivo nos finais de semana, não haveria problema nenhum, porém é um tormento, o pessoal abusa de verdade”. Segundo ela, uma forma para resolver o problema seria construir uma área própria para eles.
Uma das medidas adotadas pela síndica Silvia Gorgulho é o diálogo. Muitas vezes por causa do barulho, ela acaba pedindo para os adolescentes ficarem quietos, o que acaba muitas vezes com eles na rua, o que não era a intenção.
O doutor Cristiano de Souza aconselha o que um condomínio pode fazer: “Não é só o síndico, mas sim o condomínio como um todo. Ele precisa saber o que ele tem nas mãos, ou seja, por convenção, após às 22h é proibido ficar adolescentes nas áreas comuns, com isso os eles foram pra rua. Na rua aconteceram alguns incidentes de segurança, por causa disso o condomínio resolveu, vamos criar uma área para eles ficarem aqui dentro”. Segundo ele ainda, é muito importante que o síndico tenha um bom relacionamento com os adolescentes para evitar atritos e discussões desnecessárias.
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