A recomendação é a procura por empresa especializada nesse tipo de serviço, para que seja feita uma avaliação local.
Em alguns casos, conforme disposição das instalações prediais é necessária a adaptação ou troca das tubulações existentes. Já em edifícios novos, a construtora deixa a tubulação preparada para colocação do equipamento. Em alguns casos, os empreendimentos são entregues com os hidrômetros individuais, previstos na concepção do projeto arquitetônico.
Para os condomínios que desejam adotar o sistema, o primeiro passo é fazer a unificação de prumada. Em geral, acontece em prédios com tubulações de ferro galvanizado ou válvulas de descarga. Aqueles cujas instalações são PVC ou cobre, indica-se a instalação de um hidrômetro em cada ponto de consumo. Segundo Eduardo Lacerda, gerente geral da Techem do Brasil, empresa que comercializa o sistema, para receber hidrômetros individuais, o apartamento deve passar por algumas modificações. A primeira é a substituição das válvulas de descarga por caixa acoplada, enquanto a segunda fase é a substituição das tubulações de ferro por PVC, visto que, o ferro é um material que esclerosa e fecha a circulação, aumentando as chances de vazamentos, esclarece. Quanto ao tempo, Lacerda explica que a instalação do medidor é simples. A intervenção leva cerca de uma hora e meia e a mudança é paga pelo próprio condomínio, acrescenta.
Contudo, apesar de todos os esforços e tentativa de se economizar o recurso, o ideal é que em condomínios multifamiliares, seja estabelecido um programa de educação ambiental para uso racional da água. Vale lembrar que o sistema não poderá fazer milagres se o condômino não reagir aos seus resultados. Antes de tudo, é necessária a mudança nos hábitos dos moradores.
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